Vida cristã na prática

Por que Deus permite o sofrimento?

Para quem está começandoLeitura de 12 minTexto bíblico: NTLH

· Redação O Paladino

Resumo em 1 minuto

A Bíblia não explica cada dor, mas diz que nem todo sofrimento é castigo, que a dor vem de um mundo ferido pela Queda e que Deus faz todas as coisas trabalharem para o bem dos que o amam, até o dia em que não haverá mais choro nem dor.

  • Jesus negou que o cego de nascença sofresse por causa de pecado dele ou dos pais.
  • A Declaração de Fé das Assembleias de Deus fala de um Deus que pode permitir a doença, num governo que não exclui a liberdade humana.
  • Na dor, o Espírito ora por nós, e a promessa final é um mundo sem lágrimas.

Texto central: João 9:1-3 e Romanos 8:18-28Leitura: cerca de 12 min

Pintura de El Greco: diante de uma praça com edifícios clássicos, Jesus, de túnica rosa e manto azul, toca os olhos de um homem ajoelhado, de manto ocre, enquanto homens de mantos coloridos discutem e gesticulam ao redor.
El Greco (Domenikos Theotokopoulos), Cristo cura o cego (óleo sobre tela, c. 1570). The Metropolitan Museum of Art, Nova York (domínio público, Open Access CC0)

Versículo-chave

Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano.
Romanos 8:28 · NTLH

Questão central

Se Deus é bom e pode tudo, por que existe tanta dor? Por que uma criança adoece, um bebê morre antes de nascer, uma pessoa boa perde tudo? O sofrimento é castigo? É sinal de que falta fé? E o que dizer, ou não dizer, a quem está sofrendo?

Introdução

Quando alguém começa a digitar "por que Deus permite" no Google, a primeira sugestão que aparece é "por que Deus permite o sofrimento". As seguintes vão na mesma direção: "que coisas ruins aconteçam com pessoas boas", "que crianças sofram". Não é uma pergunta de filósofo. É a pergunta de quem está no hospital, no velório, na fila do desemprego.

No Ano em Pesquisa do Google de 2025, as perguntas "Por que...?" que mais cresceram no Brasil incluíam uma sobre a perda de um bebê, e a lista de mortes do ano reunia nomes que comoveram o país. A dor dos outros nos faz perguntar pela nossa.

Este estudo não promete uma resposta que faça o sofrimento ficar fácil. A própria Bíblia não faz isso. Mas ela diz algumas coisas firmes sobre de onde vem a dor, sobre o que ela não significa e sobre o que Deus faz com ela.

Em poucas linhas

  • Pergunta"Por que este homem nasceu cego?"Os discípulos a Jesus, em João 9
  • RespostaNão por pecado"Não por causa dos pecados dele nem por causa dos pecados dos pais dele"
  • OrigemA QuedaDoenças existem "como consequência da Queda" (Declaração de Fé)
  • PromessaApocalipse 21:4"Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor"

Fundamentação bíblica

Um dia, Jesus e os discípulos passaram por um homem que tinha nascido cego. Os discípulos fizeram a pergunta que muitos ainda fazem (as falas, que na NTLH vêm depois de travessão, estão aqui entre aspas):

1 Jesus ia caminhando quando viu um homem que tinha nascido cego.

2 Os seus discípulos perguntaram: "Mestre, por que este homem nasceu cego? Foi por causa dos pecados dele ou por causa dos pecados dos pais dele?"

3 Jesus respondeu: "Ele é cego, sim, mas não por causa dos pecados dele nem por causa dos pecados dos pais dele. É cego para que o poder de Deus se mostre nele."

Anos depois, o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos de Roma, que também sofriam:

18 Eu penso que o que sofremos durante a nossa vida não pode ser comparado, de modo nenhum, com a glória que nos será revelada no futuro.

26 Assim também o Espírito de Deus vem nos ajudar na nossa fraqueza. Pois não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.

28 Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem ele chamou de acordo com o seu plano.

Texto bíblico: Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH). Copyright 2000 Sociedade Bíblica do Brasil. Todos os direitos reservados. Os três primeiros versículos são de João 9:1-3; os três últimos, de Romanos 8:18, 26 e 28.

Desenvolvimento

Nem todo sofrimento é castigo

A pergunta dos discípulos revela uma ideia muito antiga: se alguém sofre, alguém pecou. Ou ele, ou os pais. Jesus desfaz essa conta com uma frase: "não por causa dos pecados dele nem por causa dos pecados dos pais dele".

Em outra ocasião, contaram a Jesus que Pilatos tinha mandado matar alguns galileus. Ele mesmo lembrou de dezoito pessoas que morreram quando uma torre caiu em Siloé, um bairro de Jerusalém. E perguntou: vocês pensam que eles eram piores do que os outros? "De modo nenhum!" (Lucas 13:2-5).

Matthew Henry, pastor britânico (1662-1714) cujo comentário bíblico ainda é muito lido, tirou daí uma lição: não podemos julgar os pecados das pessoas pelos seus sofrimentos neste mundo. E acrescentou que não devemos ser duros com quem sofre mais que os vizinhos, como os amigos de Jó foram com ele.

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus diz o mesmo: "nem toda doença e enfermidade são decorrentes de um pecado pessoal". Ela reconhece que há doenças que são consequência de um pecado específico, mas lembra que a doença de Jó e o seu sofrimento "não ocorreram em razão de seu pecado pessoal".

Então de onde vem a dor?

Se não é castigo pessoal, de onde vem o sofrimento? A Bíblia aponta para algo maior que cada caso: a Queda. A Declaração de Fé afirma que "As doenças e enfermidades existem como consequência da Queda e da desobediência humana". Algumas, diz ela, são ação de Satanás; outras são resultado da nossa condição humana depois da Queda.

John Wesley, o pregador inglês do século XVIII que deu origem ao metodismo, começou um sermão justamente com essa pergunta: por que há dor no mundo, se Deus ama a todos? E respondeu: porque há pecado. Deus deu ao ser humano liberdade de escolher o bem ou o mal, e ele escolheu o mal. Assim o pecado entrou no mundo, e com ele a dor de todo tipo.

Paulo descreve isso numa imagem forte: "até agora o Universo todo geme e sofre como uma mulher que está em trabalho de parto" (Romanos 8:22). O mundo inteiro está ferido. Os cristãos não estão fora disso: "nós também gememos dentro de nós mesmos" (Romanos 8:23).

Deus causa ou permite?

Aqui os cristãos divergem, e é honesto dizer.

João Calvino, o reformador de Genebra, ensinava que nada escapa ao governo de Deus, nem uma gota de chuva. Sobre Jó, chegou a dizer que Deus foi o autor daquela prova, e que Satanás e os ladrões foram apenas instrumentos. Ao mesmo tempo, insistia que Deus continua livre de toda mancha de mal.

Wesley pensava diferente. Para ele, Deus destruiria num instante todo pecado e toda dor que o acompanha, se isso não acabasse com a liberdade humana. Sem liberdade, escreveu, os seres humanos seriam tão incapazes de virtude quanto as pedras.

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus segue um caminho próprio. Diz que Deus governa todas as coisas, mas que esse governo "não é um controle meticuloso ao ponto de excluir a liberdade humana". E fala de um Deus que, "na sua soberania, pode permitir a doença". Por isso este estudo pergunta por que Deus permite, e não por que Deus causa.

O que Deus faz com a dor

A Bíblia não explica cada sofrimento. Mas promete algo sobre todos: "todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus" (Romanos 8:28). Não diz que todas as coisas são boas. Diz que Deus as faz trabalhar para o bem.

Matthew Henry comparou isso a um remédio: age de modos diferentes, conforme a intenção do médico, mas sempre para o bem do paciente. E Calvino observou que, mesmo quando Deus não socorre o seu povo imediatamente, ele não o abandona; transforma o que parece mal em algo que serve à salvação.

E há mais. Na dor, nem as palavras dão conta, mas o Espírito Santo ora por nós "com gemidos que não podem ser explicados por palavras" (Romanos 8:26). Deus não assiste ao sofrimento de longe. Wesley escreveu que Deus vê todos os sofrimentos do seu povo, com cada circunstância deles.

Ele sabe, por exemplo, que Deus está sentado na popa do barco quando ele mais balança.

C. H. Spurgeon, Morning and Evening, 5 de agosto (tradução nossa; no original, "He knows, for instance, that God sits in the stern-sheets of the vessel when it rocks most")

Jó: adorar sem entender

Jó perdeu os bens e os filhos num só dia. A Bíblia conta que ele rasgou a roupa, rapou a cabeça, encostou o rosto no chão e adorou a Deus. E disse: "Nasci nu, sem nada, e sem nada vou morrer. O Senhor deu, o Senhor tirou; louvado seja o seu nome!" (Jó 1:21).

O livro de Jó não é a história de alguém que entendeu tudo. Jó reclamou, discutiu, pediu explicações. No fim, não recebeu uma explicação, mas um encontro: "Antes eu te conhecia só por ouvir falar, mas agora eu te vejo com os meus próprios olhos" (Jó 42:5). E Deus disse aos amigos que tinham tentado explicar o sofrimento dele: "vocês não falaram a verdade a meu respeito, como o meu servo Jó falou" (Jó 42:7).

Às vezes, a resposta que Deus dá à dor não é um argumento. É ele mesmo.

O fim do sofrimento

A última palavra da Bíblia sobre o sofrimento é uma promessa. No Apocalipse, João ouve uma voz anunciar que Deus vai morar com o seu povo: "Ele enxugará dos olhos deles todas as lágrimas. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor" (Apocalipse 21:4). A Declaração de Fé das Assembleias de Deus repete essa esperança: na nova Jerusalém, "não haverá mais dor, nem tristeza, nem solidão, nem sofrimento".

Paulo, que escreveu que muitas vezes ficava aflito (2 Coríntios 4:8), chamou o que sofria de "pequena e passageira aflição", comparado com a glória que vem (2 Coríntios 4:17). Ele não estava minimizando a dor. Estava olhando para além dela.

Leituras equivocadas

  • Todo sofrimento é castigo de Deus Grave

    Jesus negou isso diante do cego de nascença (João 9:3) e da torre de Siloé (Lucas 13:4-5). A Declaração de Fé: nem toda doença vem de pecado pessoal.

  • Crente de verdade não sofre Grave

    Paulo diz: "nós também gememos" (Romanos 8:23). Jó "não pecou" e perdeu tudo.

  • Deus causa o mal Moderada

    A Declaração de Fé fala de um governo divino que não exclui a liberdade humana; o mal entrou no mundo pela Queda.

  • Quem sofre precisa ouvir uma explicação Moderada

    Deus repreendeu os amigos de Jó por falarem dele sem verdade (Jó 42:7). Muitas vezes, chorar junto vem antes de explicar.

Aplicação prática

O sofrimento não se resolve com um estudo. Mas algumas atitudes ajudam a atravessá-lo:

  • Leve a dor a Deus. Jó reclamou e perguntou, e Deus não o rejeitou. Você pode dizer a Deus exatamente o que sente.
  • Não procure culpados à força. Se você está sofrendo, não conclua que é castigo. Se alguém próximo está sofrendo, não diga isso a ele.
  • Ore pela cura com fé, e procure tratamento. A Declaração de Fé crê na cura divina e diz que "A oração pelos enfermos não entra em conflito com o tratamento médico".
  • Fique perto de quem sofre. Diante de quem perdeu alguém, muitas vezes a melhor coisa a fazer é chorar junto e orar, antes de explicar qualquer coisa.
  • Segure a promessa. Leia Romanos 8:18-28 e Apocalipse 21:1-5 nos dias difíceis. Eles não apagam a dor, mas dão a ela um horizonte.

Perguntas para reflexão

  1. Por que você acha que tantas pessoas ligam sofrimento a castigo, como os discípulos fizeram diante do cego?
  2. Qual é a diferença entre dizer que Deus causa o sofrimento e dizer que Deus o permite?
  3. O que significa, na prática, que "todas as coisas trabalham juntas para o bem"?
  4. O que os amigos de Jó fizeram de errado?
  5. Como a promessa de Apocalipse 21:4 muda o modo de você olhar para uma dor que está vivendo?

Para guardar

  • Nem todo sofrimento é castigo por pecado pessoal: Jesus disse isso diante do cego de nascença e da torre de Siloé. A dor existe porque o mundo foi ferido pela Queda.
  • Os cristãos divergem sobre como Deus governa o mal; a Declaração de Fé das Assembleias de Deus fala de um governo que não exclui a liberdade humana e de um Deus que pode permitir a doença.
  • Deus não explica cada dor, mas faz todas as coisas trabalharem para o bem dos que o amam, ora por nós pelo Espírito e promete um dia sem lágrimas.

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Referências

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As trilhas são sugestões de percurso. Você pode ler qualquer estudo, em qualquer ordem.

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Wan Anderson Pelicioni de Castro, editor responsável. Sugestão de pauta, correção ou conversa: mande mensagem no Instagram.

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Por que esta lição

A pergunta "Por que Deus permite o sofrimento?" aparece com frequência nas buscas e nas redes:

  • Google Trends (Ano em Pesquisa 2025, Brasil): a lista "Por que...?" das perguntas que mais cresceram no Brasil em 2025 inclui uma sobre a perda de um bebê, e a lista "Mortes" reúne as perdas que mais mobilizaram buscas (2026-11-03)
  • Autocomplete do Google: para "por que deus permite", a primeira sugestão é "por que deus permite o sofrimento"; seguem "que coisas ruins aconteçam com pessoas boas" e "que crianças sofram" (2026-11-03)
  • Autocomplete do YouTube: para "por que deus permite o sofrimento", sugere "porque deus permite o sofrimento de crianças", "de inocentes" e pregações sobre o tema (2026-11-03)
Guia do discipulador

Objetivo

Ajudar a pessoa a entender que nem todo sofrimento é castigo, que a dor vem de um mundo ferido pela Queda e que Deus faz todas as coisas trabalharem para o bem dos que o amam. Também que ele ora por nós pelo Espírito e promete um fim para o sofrimento. No fim do encontro, ela deve saber o que não dizer a quem sofre e para onde olhar quando a dor for dela.

Fundamentação adicional

A Declaração de Fé das Assembleias de Deus trata do tema no capítulo sobre a cura divina. Diz que "As doenças e enfermidades existem como consequência da Queda e da desobediência humana" e que "Há doenças que são consequências de um pecado específico; todavia, nem toda doença e enfermidade são decorrentes de um pecado pessoal". Também afirma: "Deus, na sua soberania, pode permitir a doença e, em situações específicas, usá-la como instrumento de correção." No capítulo sobre Deus, diz que o governo divino "não é um controle meticuloso ao ponto de excluir a liberdade humana".

Referências

  • Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Declaração de Fé (CPAD, 2016): capítulo sobre Deus, item 6; capítulo sobre a cura divina, itens 1, 2 e 4; capítulo sobre o mundo vindouro, item 6 [verificada].
  • Matthew Henry, comentários a João 9, Romanos 8 e Lucas 13 [verificada].
  • John Wesley, sermões 57 ("On the Fall of Man") e 67 ("On Divine Providence") [verificada].
  • João Calvino, comentário a Romanos 8:28 e Institutas I.16.5 e I.18.1 [verificada].
  • C. H. Spurgeon, Morning and Evening, manhã de 5 de agosto [verificada].

Diferenças de tradução

Em João 9:3 a NTLH diz "para que o poder de Deus se mostre nele", onde outras versões trazem "para que se manifestem nele as obras de Deus". Em Romanos 8:28, "todas as coisas trabalham juntas para o bem". Em 2 Coríntios 4:17, "essa pequena e passageira aflição".

Divergências entre tradições

Todos os lados lidos concordam que Deus governa, que faz o sofrimento servir ao bem dos que o amam e que o sofrimento acaba. A diferença está em como Deus se relaciona com o mal. Calvino ensinava que nada acontece sem a ordem expressa de Deus e chamava a mera permissão de "the fiction of bare permission". Spurgeon disse que não há acidentes nem enganos. Wesley explicava a dor pela liberdade humana e pelo pecado. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus fala de um governo que não exclui a liberdade humana e de um Deus que "pode permitir". Apresente a posição do portal com clareza e a outra com respeito.

Dúvidas frequentes

"Estou doente porque pequei?" Talvez não. Jesus negou essa conta diante do cego, e a Declaração de Fé diz que nem toda doença vem de pecado pessoal. Se a pessoa tiver um pecado concreto a confessar, ajude-a a confessar; não invente culpa.

"Se eu tiver fé, vou ser curado?" A Declaração de Fé crê na cura divina, mas também lembra que Deus pode permitir a doença. Ore com fé, sem prometer o que Deus não prometeu, e incentive o tratamento médico.

"Por que Deus não impede?" Sem fingir que há resposta completa: a Bíblia fala da Queda, da liberdade humana, do bem que Deus tira do mal e de um fim para a dor.

Cuidados pastorais

Este é o tema mais delicado do Discipulado. Diante de luto recente, especialmente perda de filho ou de gestação, não faça estudo: ouça, chore junto e ore. Nunca use Gênesis 3:16 de modo que pareça culpar a mãe. Fique atento a sinais de depressão ou de pensamentos de morte; se a pessoa falar em tirar a própria vida, não a deixe sozinha e indique o CVV (188, 24 horas, gratuito) e a unidade de saúde. Encaminhe ao pastor.

Roteiro do encontro (40 minutos)

  1. Conversa de chegada: que pergunta sobre o sofrimento mais incomoda você? (5 min).
  2. Leitura em voz alta de João 9:1-7 e Romanos 8:18-28 (5 min).
  3. "Desenvolvimento", com pausa em "Nem todo sofrimento é castigo" e "Jó: adorar sem entender" (15 min).
  4. "Perguntas para reflexão" (10 min).
  5. Leitura de Apocalipse 21:3-5 e oração por quem está sofrendo (5 min).

Alertas de interpretação

Não use Romanos 8:28 como frase pronta para quem acabou de perder alguém. Não diga que Deus "quis" uma tragédia específica: as tradições divergem, e a posição do portal fala em permissão. Não transforme João 9:3 em regra de que todo sofrimento é para um milagre.

Sinais de que a pessoa entendeu

Ela recusa a ideia de que todo sofrimento é castigo, explica com palavras simples a promessa de Romanos 8:28 e sabe acolher quem sofre sem dar respostas apressadas.

Como foi feito

Estudo escrito com IA (Claude, da Anthropic) a partir de fontes lidas na página: texto bíblico NTLH, Declaração de Fé das Assembleias de Deus, comentários de Matthew Henry e João Calvino, sermões de John Wesley e leitura diária de C. H. Spurgeon. Publicação automática autorizada pelo responsável editorial; a revisão é feita na verificação diária do portal.

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